AGENDA 12 DE ABRIL

Abril 11, 2006 por feedbackmagazine

- Danko Jones, Tokyo Dragons e Voicst ao vivo no Hard Club (Gaia) – 22.00h

SHOOTING STAR COMPLETAM GRAVAÇÃO

Abril 11, 2006 por feedbackmagazine

A banda norte-americana de hard rock melódico Shooting Star terminou finalmente as gravações do seu novo álbum de originais – o primeiro em seis anos. Este será o primeiro disco em que o grupo contará com o novo vocalista Kevin Chalfant (ex-The Storm, Two Fires). Foram gravados nove temas novos e uma nova versão de «Without Love», o tema que valeu aos Shooting Star o seu primeiro contrato discográfico com a CBS, mas que nunca tinha sido editado em disco. As gravações decorreram no Daybreak Recording Studio, em Lawrense, Kansas.

DEATH BEFORE DISCO: TEMA ONLINE

Abril 11, 2006 por feedbackmagazine

Os Death Before Disco colocaram na sua página do myspace o tema-título do seu próximo trabalho, «Barricades». O sucessor de «Party Bullets» chega às lojas no dia 12 de Junho.

INBORN SUFFERING NA SOUND RIOT

Abril 11, 2006 por feedbackmagazine

A Sound Riot Records assinou um contrato discográfico com os franceses Inborn Suffering. A banda, que pratica dark doom metal inspirado por Anathema e My Dying Bride, vai ver o seu álbum de estreia, «Wordless Hope», ser editado no início do Verão.

THE ARCANE ORDER EM ESTÚDIO

Abril 11, 2006 por feedbackmagazine

Os The Arcane Order entraram esta em semana em estúdio, com o produtor Jacob Hansen, para gravarem o seu álbum de estreia «The Machinery Of Oblivion», que vai ser editado pela Metal Blade em Agosto. As gravações vão decorrer nas próximas três semanas.

WAR PRODUCTIONS EDITA SPLIT

Abril 11, 2006 por feedbackmagazine

No próximo dia 16 de Abril a War Productions vai editar o split-CD «Black Throne Of Disease», de quatro bandas nacionais de black metal: ARS Diavoli, Irae, Penitencia e Thy Black Blood. A edição é limitada a 500 cópias.

THROUGH THE EYES OF THE DEAD GRAVAM VÍDEO

Abril 11, 2006 por feedbackmagazine

Os norte-americanos Through The Eyes Of The Dead gravaram hoje um vídeo-clip para o tema «Two Inches From a Main Artery», retirado do álbum «Bloodlust». As filmagens decorreram na baixa de Los Angeles, sob supervisão do realizador Jonathan Covert (Nine Inch Nails, Mortiis).

DARK RITUAL FEST: CARTAZ DEFINIDO

Abril 11, 2006 por feedbackmagazine

Já está definido o cartaz da terceira edição do Dark Ritual Fest, que decorre nos dias 3 e 10 de Junho no Centro de Juventude das Caldas da Raínha, em ambos os dias a partir das 21.00h. Assim, no dia 3 actuarão os Simbiose, Sick Maniacs, Sideffects e Project Six. Para dia 10 ficam os Filii Nigrantium Infernalium, Theriomorphic, Bleeding Display, The Ladder e Invoke.

VANGUARDA PREPARAM NOVO DISCO

Abril 11, 2006 por feedbackmagazine

A banda portuguesa de hard rock Vanguarda está, em ano de 15.º aniversário de carreira, a preparar o seu próximo álbum de originais, que sucederá a «Bomba De Adrenalina», editado em 1999 pela Independent Records.

FESTIVAL SANTOS DA CASA

Abril 11, 2006 por feedbackmagazine

Em altura de comemoração do 20.º aniversário da Rádio Universidade de Coimbra, o mais antigo programa de música portuguesa da rádio – o Santos da Casa – promove a sétima edição do seu festival que, entre muitos outros concertos, palestras e outras iniciativas, conta com um concerto de Born A Lion e Defying Control no dia 19 de Abril no Bar Galeria Santa Clara (a partir das 22.00h) e com um showcase de Linda Martini na Fnac no Fórum Coimbra no dia 29 de Abril, a partir das 22.00h.

DSK EM PORTUGAL: MAIS DATAS

Abril 11, 2006 por feedbackmagazine

Depois de ontem vos termos dado conta da actuação da banda de death/grind francesa DSK no Lótus Bar, em Cascais, no dia 19 de Abril, hoje foram conhecidas mais duas datas da banda francesa em Portugal: uma no dia 20 de Abril (na Associção de Músicos de Faro, com Switchtense) e outra no dia 21 de Abril (no Porto, em local a anunciar).

ALTA TENSÃO EM ESTREMOZ

Abril 11, 2006 por feedbackmagazine

No dia 25 de Abril o festival itinerante Alta Tensão desloca-se até Estremoz. Pelo palco, montado no Parque de Feiras e Exposições local, passarão os Ramp, Alkateya, Ethereal, Shadowsphere e VS777.

AGENDA 11 DE ABRIL

Abril 10, 2006 por feedbackmagazine

- Danko Jones, Tokyo Dragons e Voicst ao vivo no Paradise Garage (Lisboa) – 21.00h

CARPATHIAN FOREST/ ANCIENT RITES: MP3 À BORLA

Abril 10, 2006 por feedbackmagazine

A Season Of Mist disponibilizou a semana passada o tema «Start up the Incinerator (Here Comes Another Useless Fool)», do próximo álbum dos noruegueses Carpathian Forest, chamado «Fuck You All!!!», na sua secção de downloads. Por lá, é também já possível ouvir o tema «Templar», do próximo álbum de Ancient Rites, «Rvbicon», a editar no dia 15 de Maio.

TOTO NA TELEVISÃO

Abril 10, 2006 por feedbackmagazine

Vejam aqui a presença dos hard-rockers norte-americanos Toto no programa de televisão Wetten Dass!?, da cadeia alemã ZDF, no passado dia 1 de Abril. O programa terá sido visto por 13,4 milhões (!) de telespectadores.

THE ORDER NA DOCKYARD 1

Abril 10, 2006 por feedbackmagazine

Os suíços The Order, que contam na sua formação com ex-elementos de Gurd e com o líder de Pure Inc Giani Pontillo, assinaram um contrato com a Dockyard 1. A banda pratica uma mistura de hardrock com metal moderno.

EARACHE EXTREME METAL RACING: TRAILER

Abril 10, 2006 por feedbackmagazine

Já existe online um trailer do jogo Earache Extreme Metal Racing de que vos falámos há umas semanas atrás. Vejam-no aqui.

TOCSIN – PROGRAMAÇÃO

Abril 10, 2006 por feedbackmagazine

Eis a programação para esta semana do Clube Tocsin, que fica no número 172 da Rua da Atalaia, no Bairro Alto, em Lisboa:

12.04 – Neuroactive Euphorya (80’s/ Electro/ Industrial /Goth /Alternativo), com DJs Suspyria e Tori [Galas]

13.04 – Noite Gótica (Goth/ 80’s/ New Wave), com DJ Pedro Morcego

14.04 – Noite Metal/ Death Metal/ Hard Rock/ Heavy, com DJ Psycho15.04 – Evil Soundzz (Goth/ 80’s/ Electro/ Synth-pop/ EBM/ Industrial), com DJs Leathership e Dlock

DISOVER AO VIVO

Abril 10, 2006 por feedbackmagazine

No dia 6 de Maio os Disover actuam ao vivo no Bota’Baixo Bar, no Montijo, a partir das 22.30h.

THE ACACIA STRAIN: EDIÇÃO AGENDADA

Abril 10, 2006 por feedbackmagazine

O novo trabalho dos norte-americanos The Acacia Strain, «The Dead Walk», tem edição agendada, via Prosthetic Records, para o dia 13 de Junho próximo. O disco foi gravado por Adam Dutkiewicz (Killswitch Engage) em Dezembro do ano passado e conta com trabalho gráfico de Paul Romano (Mastodon). Vejam a capa aqui.

ANIMATE RECORDS: NOVOS LANÇAMENTOS

Abril 10, 2006 por feedbackmagazine

A editora alemã Animate Records tem três novos lançamentos disponíveis para encomendas a partir desta semana. O primeiro é a versão em vinil de «Methods Of Execution», de Brodequim, em formato LP e limitada a 666 cópias numeradas à mão. O segundo é também a versão em vinil de «9th Order Extinct», de Incapacity, também em LP numerado à mão numa edição limitada a 666 cópias. Por fim, também em formato LP e feito apenas em 666 cópias numeradas à mão, o álbum «Hydra», dos suecos Satariel.

EARTHSHAKER FESTIVAL

Abril 10, 2006 por feedbackmagazine

Nos dias 20, 21 e 22 de Julho decorre na Alemanha a edição deste ano do Earthshaker Festival, que conta com bandas como Hammerfall, Venom, Saxon, Edguy, Testament, Opeth, Satyricon, Nevermore, Lordi, Arch Enemy, Rage, Annihilator, Wintersun, Caliban, Deathstars, Ektomorf, Communic, Knorkator, Kataklysm, Brainstorm, Die Apokalyptischen Reiter, Ensiferum, Evergrey, Thread Signal e Equilibrium. Mais informações aqui.

ANTI-CLOCKWISE: TEMA NOVO ONLINE

Abril 10, 2006 por feedbackmagazine

Os portugueses Anti-Clockwise colocaram na sua página do myspace o tema «Game Over», que vai ser incluído no seu próximo trabalho de originais.

FULLMOONCHILD E ODE ODIUM APRESENTAM EP’S

Abril 10, 2006 por feedbackmagazine

Os FullMoonChild e os Ode Odium vão apresentar oa vivo, no dia 14 de Abril pelas 23.00h no Bla Bla Bar (em Matosinhos), o seu EPs de estreia.

FALCONER: TÍTULO ANUNCIADO

Abril 10, 2006 por feedbackmagazine

O título do próximo álbum dos suecos Falconer vai ser «Northwind». A banda anunciou também já os títulos de alguns dos temas presentes no disco: «Catch the Shadows», «Northwind», «Legend and the Lore», «Waltz With the Dead», «Long Gone By» e «Tower of the Queen». O disco vai ser lançado entre Setembro e Outubro pela Metal Blade. A primeira edição conterá um disco bónus com quatro músicas tradicionais gravadas pela banda e cantadas em sueco, bem como um documentário sobre a gravação do álbum. No próximo mês de Julho decorrem as últimas gravações e a mistura.

LIV KRISTINE LEILOA VESTIDO

Abril 10, 2006 por feedbackmagazine

Liv Kristine, ex-vocalista de Theatre Of Tragey, actualmente mulher-do-leme de Leaves’ Eyes, vai leiloar o vestido com que começou a sua carreira aqui, com o objectivo de ajudar a associação de caridade alemã Gothic Aid e.V. O vestido em leilão é de seda preta e foi usado por Liv Kristine nas três primeiras digressões com Theatre Of Tragedy.

DSK EM PORTUGAL

Abril 10, 2006 por feedbackmagazine

RAUNCHY – ENTREVISTA

Abril 10, 2006 por feedbackmagazine

 

2004 não foi um bom ano para os dinamarqueses Raunchy. Ainda mal refeitos da mudança de vocalista – com o estreante Kasper Thomsen a ter que provar que valia a aposta – viram o seu contrato com a Nuclear Blast ser declarado extinto e foram obrigados a procurar outra editora para lançar o álbum que estavam a fazer. Dadas as contrariedades, «Death Pop Romance» poderia ter sido um trabalho mediano. Mas não foi. Não só o híbrido de melodia, brutalidade e coração maquinal de Raunchy se mantêm intactos, como há uma abordagem mais directa – tipo rock’n’roll – às faixas e uma maior elaboração nos ambientes das músicas e na dinâmica vocal. Bons motivos para colocarmos o vocalista Kasper Thomsen perante a segunda (!) entrevista telefónica da sua vida.

Não é um pouco arriscado chamar ao álbum «Death Pop Romance»?

[risos] Sabiamos que as pessoas nos iriam colocar muitas questões sobre o título do álbum, mas queriamos mesmo captar a essência do disco, tanto em termos de música como de letras. Tinhamos, é claro, algumas sugestões diferentes para títulos do álbum… quando terminámos as gravações tentámos ver quais deles seriam mais fáceis de memorizar. O «Death Pop Romace» acabou por reunir consenso porque é muito definitivo e resume de uma forma muito boa o que Raunchy representa e o que este disco contém. Foi essa a razão para a escolha, mas soubemos imediatamente que iria levantar algumas discussões… usar a palavra ‘pop’ quando tocas numa banda de metal…

…E ‘romance’!

…E ‘romance’, claro. [risos]

Que impacto causou a tua entrada na composição deste novo álbum?

Todas as linhas melódicas das vocalizações foram compostas por mim, excepto algumas que foram escritas pelo teclista. Foi basicamente isso. É claro que discutimos entre nós os arranjos das músicas, mas não escrevi nenhuma das partes dos riffs, da bateria ou dos teclados – principalmente foram as linhas vocais.

Como funciona a composição numa banda com seis músicos? Se alguém não concordar com uma determinada linha vocal que tu compões existe algum diálogo para mudá-la?

Sim, claro. Para ser sincero é um processo muito democrático. É muito importante para nós que realmente acreditemos nas mesmas ideias musicais que gravamos. Se os outros elementos achassem que eu tinha escrito alguma coisa não tão boa, definitivamente diziam-mo… diriam “precisas de mudar isso”. [risos] É claro que por vezes isso questiona as minhas ideias, mas acaba por ser uma coisa positiva, porque me força a melhorar e aperfeiçoar a minha composição – e na maior parte dos casos essas mudanças resultaram em coisas muito melhores. Por isso é claro que nos criticamos uns aos outros, mas é no sentido de melhorar as coisas.

Vocês são artisticamente muito diferentes uns dos outros? Sentes que tens que abdicar demasiadas vezes de coisas tuas em prol mdo bem da banda?

Não, absolutamente. Temos um respeito muito grande uns pelos outros, enquanto indivíduos. Somos todos fãs de metal – o metal sempre foi uma parte muito importante das nossas vidas. Significa muito para nós termos a possibilidade de compormos discos, gravarmos música e tocarmos ao vivo. É muito importante para nós. Não posso falar sobre isto em nome de toda a banda, mas sei que nos respeitamos enquanto indivíduos e sermos nós próprios é a única maneira que temos de trabaharmos juntos. Não podes estar numa banda se tens que mudar a tua persoalidade… precisas mesmo de ser tu mesmo, senão serás a coisa mais falsa do mundo. [risos]

Detectei riffs de guitarra mais redundantes e também um trabalho de teclados mais apurado neste novo disco. Sentes também que foi nesse sentido que a sonoridade da banda evoluiu, sendo que se mantém ainda no estilo Raunchy?

Sim. Quando lançámos o «Confusion Bay», começámos pela primeira vez a tocar ao vivo regularmente. Essa experiência acabou por influenciar o processo de composição. Por isso, todas as músicas deste álbum podem ser tocadas ao vivo e podemos levar tudo a um novo nível… para ser sincero, acho que o som no «Death Pop Romance» mantém-se muito Raunchy. Ainda soa a Raunchy como sabes, mas existem uma certa unidade. Concordámos todos sobre o que queriamos fazer neste álbum… é claro que todo o processo de composição foi muito difícil, porque havia imensas expectativas, principalmente sobre mim, o novo vocalista. As pessoas diziam coisas do género “Poderá este tipo estar à altura do vocalista antigo? Os Raunchy estarão condenados? O que vai acontecer?”. Todas essas coisas acabaram por gerar um sentimento entre nós de que tinhamos que provar alguma coisa às pessoas, que tinhamos que mostrar que a banda continuava a ser Raunchy, que continuávamos tão originais e progressivos como costumávamos ser. Julgo que conseguimos fazê-lo, na medida do possível. Mas o processo de composição foi, é claro, muito complicado – especialmente para mim, porque eu tinha uma herança muito pesada a nível de qualidade. [risos] Nunca é tarefa fácil preencher o lugar de outro vocalista, porque a voz é uma coisa tão definitiva para cada banda… é uma parte muito importante.

É como se fosse a face de uma banda…

Totalmente. É mesmo… diferencia uma banda de todas as outras. Quando tocas numa banda de metal há coisas que fazes e coisas que não fazes… essas coisas são muitas vezes resultado de escolhas e opções em relação à composição em que estás sempre a trabalhar. Mas depois, quando colocas a voz, pode tornar-se complicado e difícil fazeres alguma coisa que seja original em vez do mais óbvio.

Como escreves letras que encaixam em toda a dinâmica de vocalizações que o disco apresenta?

A composição das letras é muito importante para mim, porque é uma forma de expressar a minha opinião e a minha visão sobre as coisas. Estou sempre a escrever letras. Quando vamos em digressão levo sempre um livro onde vou tomando notas; se acordo a meio da noite com uma ideia, escrevo-a. Quanto à evolução do processo de composição, tento ver se uma determinada letra encaixa no ambiente da música ou se as ideias são estúpidas ou algo do género. [risos] Sabes, eu consigo escrever coisas realmente muito más, que supostamente deveriam ficar apenas nesse livro negro; mas algumas dessas coisas acabaram por aticular-se muito bem no estúdio – porque eu queria ser tão honesto quanto possível. Nem sempre funciona da maneira mais óbvias… se os riffs são muito agressivos, as letras devem ser agressivas – eu tento fazer precisamente o oposto. Tento focar-me em assuntos com os quais me identifique nas minhas letras.

Eu julgava que estarias mais preocupado em fazer as letras e palavras funcionarem bem com a dinânica da música, e não tão preocupado com o seu significado…

É claro que as linhas vocais têm que encaixar-se na música – existem ritmos e estruturas que têm que ser respeitados. Mas todo o processo para mim é muito evolutivo: vou mudando algumas das palavras, encontro novas e a coisa vai progredindo até ficar completa. Às vezes tens uma melodia na cabeça e, de repente, descobres uma ideia de letra que encaixa nessa melodia; começas a cantá-la e acabas por descobrir que tens as palavras certas. Existem também muitas músicas que são escritas sem letras, que eu levo para o apartamento e oiço com os headphones em frente ao computador, a tentar entrar dentro da música e descobrir a atmosfera certa para a letra que devo escrever. Algumas das letras são, obviamente, escritas sobre coisas que eu experimentei e outras são pura ficção – histórias, contos, fantasia… coisas assim. Mas o mais importante para mim é focar-me em coisas que possam ter interesse também para outras pessoas.

Falemos um pouco agora do que se passou com a Nuclear Blast… durante todo o processo de produção deste disco alguma vez vos passou pela cabeça o pensamento de fazerem um trabalho tão bom que os fizesse arrependerem-se amargamente de vos terem despedido?

[risos] Quando decidiram despedir-nos da editora foi uma grande surpresa para nós, mas quando olhamos agora para trás e vemos como as coisas estavam a decorrer entre ambas as partes, não foi uma coisa assim tão supreendente. Tinhamos já começado a compôr algumas músicas para o novo álbum e a gravar demos dessas faixas… estávamos precisamente a meio do processo de compôr o álbum. Mas nunca nos colocámos a nós em dúvida… nunca questionámos as ideias que estávamos a trabalhar. Limitámo-nos a transformar a freustação em algo positivo, algo que pudéssemos usar na nossa música. Algo que pudesse ajudar a nossa criatividade e ajudar-nos a compôr um bom disco para que, como disseste, pudéssemos mostrar-lhes que estavam errados em despedir-nos. Ainda temos dúvidas de que o disco os faça realmente pensar uma coisa dessas [risos], mas esperamos que tenha tanto sucesso quanto possível. As críticas são, até agora, impressionantes, por isso… estamos muito contentes. Quando nos apercebemos de que já não faziamos parte da Nuclear Blast vimos esse facto como uma oportunidade de lançar um álbum por uma editora que fosse mais adequada para nós, que compreendesse o que Raunchy realmente é. Porque somos uma banda muito ecléctica, cruzamos muitos estilos diferentes, somos daquelas bandas extremamente difíceis de encaixar numa determinada categoria de metal. Era muito complicado, para a Nuclear Blast, promover-nos… eles faziam um excelente trabalho a marcar-nos entrevistas e coisas desse género. Apoiávam-nos muito nessa área, mas no que dizia respeito a digressões, não conseguiam decidir-se sobre que digressão seria a malhor para a banda. As coisas acabaram por acontecer e, de repente, já não havia oportunidade de digressão e estávamos numa espécie de beco sem saída.

Achas que a qualidade da música ainda conta para o mercado em termos de metal, hoje em dia?

Tem muito mais a ver com nomes e marketing. Gostaria muito que a assência da música fosse importante, que as pessoas dessem importância a esse tipo de coisas… esta banda toca música há uns 14 anos, temos visto estilos de metal populares a irem e a virem, enquanto que outros parecem ser intemporais. É claro que existem bandas que, de repente, são um fenómeno enorme em todas as revistas e vendem discos como niguém… ficas a perguntar-te “De onde surgiu esta banda!? O que raio aconteceu ali?”. Mas para nós o que importa é que sejamos coerentes com a nossa música… não queremos sacrificar a nossa música. Uma coisa de que tenho a certeza é que esta banda nunca será mainstream… sei que temos elementos pop na nossa música, mas tentamos combinar isso com coisas mais brutais – porque isso é também muito importante para nós. É claro que o marketing é também muito importante – existem milhares de bandas lá fora, e é preciso conhecer as que contam; precisas que empurrem a tua banda para frente, precisas da promoção certa, de estar nas revistas certas. O mesmo acontece com o myspace… é uma promoção enorme para bandas que se fazem representar lá.

Não existe portanto nenhum sentimento de revolta quando vêm bandas merdosas a ficarem grandes de repente e vocês terem que andar à procura de uma nova editora?

Sabemos que faz parte do jogo. Tocar metal hoje em dia não é um mar de rosas – precisas de trabalhar como um condenado em prol do grupo. Tens que usar todas as tuas forças para fazer álbuns que sejam bons… porque existem tantas bandas hoje em dia, que te passam literalmente por cima se não o fizeres. Mas não existem quaisquer ressentimentos… é claro que as bandas que ficam grandes o merecem… têm a qualidade deles, que os tipos das editoras conseguem ver. Algumas das bandas não têm essa qualidade, mas acabam por ser a coisa popular do momento, mas quando se trata de quanto dinheiro podes fazer, não queremos comprometer nada só para agradar a um determinado tipo de uma certa editora. É muito importante para nós sentirmos que isto é algo honesto em que podemos acreditar – que é o nosso projecto. Com a nossa nova editora – a Lifeforce – eles dã-nos esse espaço, compreendem-nos e respeitam-nos enquanto banda e indivíduos. Estamos muito orgulhosos em fazer parte desta família que cresce a cada dia que passa – a Lifeforce Records é uma editora espantosa para nós. Não há grandes jantares em restaurantes caros – apenas respeito pelo acto de se tocar música. Isso é o mais importante para nós. É claro que, quando vemos bandas que têm muita atenção dos media, sentimos que podemos ter o mesmo tipo de tratamento. Mas não a todo o custo – de modo nenhum.

Então não têm qualquer tipo de tristeza quando pensam que todo o público que compra os discos da banda do momento ficaria imediatamente vosso fã se ouvisse qualquer um dos vossos discos umas 10 vezes…

É claro que os fãs significam tudo para nós. Sem as pessoas que compram os nossos álbuns não existiriamos, não teriamos hipótese de tocar música… quer dizer, teriamos hipótese de tocar música, mas não de lançá-la em álbuns e gravá-la. Isso é o mais importante para nós… compormos música com a qual as pessoas se possam ientificar e compreender ao mesmo nível de nós próprios. É muito importante para nós também que, quando tocamos ao vivo, possamos interagir com o público… as pessoas vão definitivamente ver-nos a esforcarmo-nos imenso este ano… porque é crucial para nós estabelecermos a nossa banda. Não interessa quantas vezes as pessoas que ouvem outros discos escutem o nosso álbum… a música é uma parte importante da nossa vida e precisamos dela para nos sentirmos realizados e satisfeitos.

Então calculo que estejam ansiosos por tocar ao vivo este material…

Mal posso esperar pelos concertos. [risos] Temos algumas coisas a acontecerem por aqui na Primavera e depois temos muitos festivais de Verão já marcados. Depois disso temos uma digressão europeia agendada para o Outono… por isso este ano vai ser crucial para nós… temos que estabelecer o nome da banda e vamos tocar tantos concertos quantos possíveis. Vamos fazer tudo o que for possível para entrar em digressões – nem que seja como banda de abertura. É tudo importante para nós. Não temos qualquer exigência de sermos cabeças de cartaz ou algo do género – apenas precisamos de tocar para todos os que comprarem o álbum. Devemos isso às pessoas. E a Lifeforce está a esforçar-se ao máximo por nós… quando as coisas começam a aparecer só te fazem trabalhar com mais afinco. E mal posso esperar por encontrar os fãs e falar com eles.

Será que este ano que se prevê mais atarefado vos ai fazer perder os empregos que têm?

Da maneira como as coisas estão agora, podemos combinar ambas as coisas. É claro que necessitamos de ir para a estrada muitas vezes, mas na Dinamarca existe a possibilidade de tirares licença do teu emprego sem o perderes. E nós vamos, é claro, aproveitar essa oportunidade, porque sabemos que esta é uma espécie de situação “agora ou nunca” para nós. É muito importante e estamos todos muito excitados e ansiosos por ir para a estrada e tocar concertos. Agrada-me a ideia de dar um concerto todos os dias.

AGENDA 10 DE ABRIL

Abril 9, 2006 por feedbackmagazine

- Edição de «The Time Is Now», de Endstand

- Edição de «Nothing Positive, Only Negative», de Facedowninshit

- Edição de «The Trident», de Unearthly Trance

- Reedição de «Flat Tracker», de Zeke- Reedição de «Super Sound Racing», de Zeke

NEURAXIS: NOVO GUITARRISTA

Abril 9, 2006 por feedbackmagazine

Os canadianos Neuraxis anunciaram que Will Seghers (ex-Quo Vadis) é o seu novo guitarrista para concertos. Agora, a banda vai embarcar numa longa digressão de quase dois meses pelos Estados Unidos, que durarará até ao final de Maio e que os levará a tocar ao lado de nomes como Necrophagist, Arsis, Alarum, Cattle Decapitation e Thine Eyes Bleed.

CONCERTO NO PORTO RIO

Abril 9, 2006 por feedbackmagazine

FESTIVAL EM LAGOS

Abril 9, 2006 por feedbackmagazine

AGENDA 9 DE ABRIL

Abril 9, 2006 por feedbackmagazine

- Gouveia Art Rock 2006: Anedokten, Alamagilman Vasarat e Amon Düül II ao vivo em Gouveia – 15.00h

- 2.ª Eliminatória Loud! Metal Battle: Arte Sacra, Desecrate, Sordid Sight, Spellbound, The Chapter e The 7th Circle ao vivo no bar Ilha das Estrelas (Bobadela) – 18.00h

- III Rastilho Fest: Deadline, Assacinicos, If Lucy Fell e Albert Fish ao vivo em Martingança/Pataias (Leiria) – 18.00h

- Ethereal, VS777, Pubkrawl e Veinless ao vivo no C.P.R.C. Bairro, na Abrigada – 20.30h

AGENDA 8 DE ABRIL

Abril 8, 2006 por feedbackmagazine

- Gouveia Art Rock 2006: Taal, Matthew Parmenter, Present e Peter Hammill ao vivo em Gouveia – 15.00h
- Mata-Ratos, Fitacola, White Lie, Resposta Simples e Coiratos Violentos ao vivo no Centro de Recreio Popular de Celas (Coimbra) – 16.00h
- Veinless e Shadowsphere ao vivo na Casa da Juventude, em Cacilhas (Almada) – 22.00h
- Ethereal, VS777, Concealment e The Chapter ao vivo no TVD Bar, em Torres Vedras – 22.00h
- Fat Freddy ao vivo no Azrael Bar (Beja) – 23.00h
- Perfect Sin, Underneath, Jesus On Fire, Sacrilegiun e Ashes ao vivo no Centro Recreativo de S. Silvestre, em S. Silvestre (Tomar)

ARCTURUS: DVD ADIADO

Abril 8, 2006 por feedbackmagazine

«Shipwrecked In Oslo», o aguardado DVD dos noruegueses Arcturus, viu a sua edição adiada de dia 24 de Abril para o dia 22 de Maio devido a problemas de produção.

GLENN HUGHES: DISCO EM JUNHO

Abril 8, 2006 por feedbackmagazine

O novo álbum de Glenn Hughes, «Music For The Divine», é editado no dia 9 de Junho pela Frontiers Records. A lista de temas é a seguinte: «The Valiant Denial», «Steppin’ On», «Monkey Man», «This House», «You Got Soul», «Frail», «Black Night», «Nights in White Satin», «Too High», «This Now I Feel» e «The Divine». O álbum foi produzido pelo próprio Glenn Hughes e pelo baterista Chad Smith (também de Red Hot Chili Peppers), na casa do próprio Chad em Los Angeles. A formação que gravou o disco fica completa com o guitarrista JJ Marsh e com as participações do guitarrista John Frisciante (também de Red Hot Chili Peppers) e do teclista Mark Killian.

MANNHAI NA DOCKYARD 1

Abril 8, 2006 por feedbackmagazine

Os finlandeses Mannhai – que contam agora com o ex-vocalista de Amorphis Pasi Koskinen – assinaram um contrato discográfico com a Dockyard 1. O novo álbum, «Hellroad Caravan», é editado no dia 12 de Junho. O primeiro single retirado do disco, «Spaceball», entrou directamente para o primeiro lugar do top de vendas de singles finlandês e manteve-se no top 10 durante três semanas.

INSANIAE: ÁLBUM EDITADO

Abril 8, 2006 por feedbackmagazine

O álbum de estreia de Insaniae, «Outros Temem Os Que Esperam Pelo Medo Da Eternidade», acaba de ser editado, em formato CD-r, e está disponível por Eur 5,00 mais portes através da D:/moni1/

CATTLE DECAPITATION: NOVO ÁLBUM

Abril 8, 2006 por feedbackmagazine

«Karma.Bloody.Karma» é o título do novo álbum dos norte-americanos Cattle Decapitation, que a Metal Blade edita no próximo mês de Junho. O disco contou com produção de Billy Anderson (Swans, Mr. Bungle, Melvins) e tem convidados especiais como Joey Karam (The Locust) e Jonh Wiese (Sunn 0))), Bastard Noise). A lista de temas do disco é a seguinte: «Intro», «Unintelligent Design», «Success Is… (Hanging by the Neck)», «One Thousand Times Decapitation», «The Carcass Derrick», «Total Gore», «Bereavment», «Suspended in Coprolite», «Alone at the Landfill», «Karma.Bloody.Karma», «The New Dawn» e «Of Human Pride & Flatulence». Em outras notícias, os Cattle Decapitation estão à procura de um novo baterista, depois de Michael Laughlin ter abandonado o grupo em Março devido a motivos pessoais. Quem estiver interessado no lugar deve enviar para a banda uma gravação de interpretação do tema «No Future» (do split com Caninus) e/ou «Reduced to Paste» de «Humanature».

CONCERTO NO PORTO RIO

Abril 8, 2006 por feedbackmagazine

IGNITE – TEMA ONLINE

Abril 8, 2006 por feedbackmagazine

Escutem aqui o tema «Bleeding», que abre o novo álbum de Ignite, chamado «Our Darkest Days», que a Century Media edita no dia 15 de Maio. O disco foi produzido e misturado por Cameron Webb (Social Distortion, Motörhead, Sum 41, Silverstein) no Maple Sound Studio, em Hollywood, Estados Unidos. A banda está neste momento a terminar uma digressão de seis semanas pelos E.U.A., com Comeback Kid, antes de cumprir, em Junho e Julho, uma digressão europeia que os vai também levar aos principais festivais de Verão.

EQUIMANTHORN EM GRAVAÇÕES

Abril 8, 2006 por feedbackmagazine

Os Equimanthorn – que contam com elementos de Absu e Soil Bleeds Black na sua formação – estão neste momento a gravar o seu próximo álbum de originais, que será editado pela From Beyond Productions (subsidiária da Displeased Records) no final do ano.

ADERLASS CLUBSELECTION EM PORTUGAL

Abril 8, 2006 por feedbackmagazine

A mítica compilação Aderlass ClubSelection, que reúne anualmente temas seleccionados por doze dos melhores clubes da cena alternativa europeia conta, na edição deste ano, com um cojunto de temas escolhido pela organização portuguesa SoundFactory. O disco já está disponível em Portugal, podendo ser encontrado nas lojas especializadas.

ADDICTION CREW EM COMPOSIÇÃO

Abril 8, 2006 por feedbackmagazine

Os italianos Addiction Crew estão neste momento em plena fase de composição para o seu próximo álbum de originais – o segundo da sua carreira. A produção vai decorrer em diversos estúdios entre Bolonha e Trento (em Itália) e Nova Iorque (Estados Unidos), onde a vocalista Marta Innocenti vai gravar as suas partes. Algumas das faixas que o novo álbum conterá chamam-se «Shine», «Only One», «Get Addicted» e «Have I Told You». O novo álbum sucederá a «Break In Life», editado há quase dois anos pela Earache e cujo single, chamado «What About», chegou a ser a banda-sonora oficial da equipa italiana de snowboard que representou o país nos Jogos Olímpicos de Inverno.

CONCERTO NO HARD CLUB

Abril 8, 2006 por feedbackmagazine

AGENDA 7 DE ABRIL

Abril 6, 2006 por feedbackmagazine

- Festival A Ganir: Decreto 77, Tripl3t, Subculture, FrontDoor, Humble e K Rushit ao vivo no telheiro do Pavilhão de Exposições da Moita – 21.30h

- Under Punk Party 7: RJA, Coiratos Violentos, Barafunda Total e Canhões de Guerra ao vivo no Lótus Bar, em Cascais – 22.00h

- Ethereal, VS777 e Innersight ao vivo no Moto Clube Alentejano, em Elvas – 22.30h

- Linda Martini ao vivo na Galeria Zé dos Bois, no Bairro Alto (Lisboa) – 23.00h- Vinyl, Mindfeeder, Heavenly Bride e Tragic-Comic ao vivo no Ritmus Bar, em Corroios

RPWL: CONCERTO ESPECIAL

Abril 6, 2006 por feedbackmagazine

Os alemães RPWL vão tocar um concerto muito especial no dia 7 de Maio, na Convenção Pink Floyd que decorre na cidade holandesa de Zoetermeer. A banda vai interpretar várias versões de Pink Floyd com um som quadrofónico, entre as quais «Welcome to the Machine» e «Cymbaline» – sendo que esta última é considerada pela maioria dos fãs de Pink Floyd como melhor que o original e, só por ela, vale a pena viajar até Zoetermeer no dia 7 de Maio. Neste momento, os RPWL estão ocupados a preparar a edição de um DVD ao vivo, gravado durante a actuação da banda no programa Rockpalast, na televisão alemã WDR, no início de 2005.

SAGA: BEST OF EM MAIO

Abril 6, 2006 por feedbackmagazine

No dia 29 de Maio a Steamhammer, subsidiária da SPV, vai lançar um CD-duplo com os melhores temas da carreira de 29 anos dos canadianos Saga. «Remember When – The Very Best Of Saga», incluindo temas dos álbuns de originais e músicas gravadas ao vivo, incluindo as incontornáveis «Win Him Up», «On the Loose», «The Flyer» e «Humble Stance». Para quem não sabe, os Saga são um dos principais colectivos do panorama do rock progressivo das últimas três décadas, tendo começado a sua carreira em 1977 e lançado álbuns influentes como «Head Or Tales», «Images At Twilight» e «Worlds Apart». «Remember When – The Very Best Of Saga» será vendido a um preço especial, e estará disponível nas lojas um mês e meio depois da edição do novo álbum da banda canadiana, «Trust», cuja edição está prevista para 13 de Abril via InsideOut Music.

PHOENIX MOURNING GRAVAM VÍDEO

Abril 6, 2006 por feedbackmagazine

Os norte-americanos Phoenix Mourning filmaram um vídeo-clip promocional para o tema «Across Twenty-Six Winters», retirado do seu novo álbum de originais «When Excuses Become Antiques», que é editado na Europa no dia 21 de Abril, via Metal Blade. A realização do vídeo esteve a cargo de Adam Grabarnick.

STURMGEIST: ÁLBUM MASTERIZADO

Abril 6, 2006 por feedbackmagazine

O novo trabalho de Sturmgeist – o segundo – chamado «Über», já está masterizado e pronto a ser editado no dia 19 de Junho, via Season Of Mist. Tal como o seu antecessor («Meister Mephisto», editado em 2005), «Über» é inspirado nas cultura e história alemãs. Aproveitando o facto de 2006 marcar no 250.º aniversário do compositor austríaco Mozart, Sturmgeist aproveitou também para gravar para o disco uma versão do tema «Rock me Amadeus», de Falco. Outras faixas que estarão no disco incluem «Dobermann», «Party Über Alles», «Grimanic Guerillas» e «Hindenburg». O baterista AntiChristian (Grimfist, Tsjuder) e o guitarrista John Erik Jacobsen completam a formação que gravou o álbum no TopRoom Studio, na Noruega, com produção do próprio “senhor Sturmgeist”, Cornelius von Jackhelln. A mistura esteve a cargo de Borge Finstad. Por falar em Cornelius… o terceiro volume da colecção de livros de pomas “Quadra Natura”, do músico, foi recentemente colocado à venda nas livrarias norueguesas. O título do livro é “Fagernorn. Quadra Natura 0111” e lida com a identidade do indivíduo em relação à herança nacional e cultural. Os leitores ávidos das letras de Cornelius em Solefald e Sturmgeist vão com certeza querer ter este livro.